Mais duas apresentações do disco: ontem, às 22h, na FNAC do NorteShopping; amanhã, às 17h, na FNAC do Mar Shopping.
11/12/10
29/11/10

Por vezes, este fascínio adolescente ainda me fulmina, sobretudo quando os dados são escassos ou estão por compilar. Sobre Joel Pina, viola-baixo, acompanhador de fado, noventa anos de idade e uma forma invejável, sei, por exemplo, que afina o baixo por quintas e que acompanhou Amália Rodrigues, mas rói-me não saber todos os instrumentos que utilizou durante sua longa carreira, e, sobretudo, quem os construiu e o que é feito deles (a começar pelo usado com o Quarteto de Guitarras de Martinho da Assunção, na foto — repare-se no fabuloso e insólito cravelhame).
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12:01


17/11/10
09/11/10
Depois dos concertos de lançamento, seguem-se as apresentações do disco nos fóruns Fnac aqui pelo norte: em Novembro, no dia 12, em Sta. Catarina às 18h e no GaiaShopping às 22h; no dia 21 no GuimarãeShopping, às 17h, e no dia 30 em Braga, às 22h; em Dezembro, no dia 12, no Mar Shopping às 17h.
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19:32


06/11/10
Gostei muito do concerto da Rita Redshoes, ontem no Hard Club. Choose love, Hey Tom, The beginning song, Dream on girl soam como clássicos. Chegado a casa, e como a única guitarra que tenho estava já estivada para o concerto de hoje, dei por mim, possuído, a mal-amanhar redondilhas maiores em quintilhas.
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12:46


03/11/10

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00:29


28/10/10
Disco-bilhete ou bilhete-disco a 9,99€ é a fórmula de entrada nos concertos de apresentação de Deve Haver. Quer isto dizer que ao comprar um disco nas lojas FNAC, o talão de compra poderá ser utilizado para assistir a um dos concertos; quem comprar a entrada na sala, antes do concerto, receberá um disco.
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00:30


23/10/10
Um vídeo simples e bonito de Igor Marques para O homem invisível ainda acha possível, uma canção simples e bonita de Todos os dias fossem estes/outros. (Obrigado, Igor.)
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12:07


19/10/10
"Obrigado!" é a sucinta mensagem de agradecimento que coloquei no disco — por falta de espaço e, sobretudo, de capacidade em discernir o que é que se agradece, de que forma e a quem. Das pessoas que colaboraram directamente no resultado final do disco-objecto: Nico Tricot, Hélder Gonçalves, Nélson Carvalho, Manuela Azevedo, B Fachada e Marco Mendes, este obrigado estende-se a Jorge Guerra, Isabel Dantas, Joana Brandão, Pedro Nascimento, Paula Homem, Maria Lopes e Pedro Tenreiro, e em particular a António Serginho e Gordon Gano. (E se ainda vier a descobrir que me esqueci de alguém, vou sempre a tempo de o actualizar.)
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23:54


14/10/10
Nos tempos que correm, um disco é um objecto quasanacrónico; não sendo a mais relevante, é certamente uma das razões de me saber muito bem ter o meu na mão.
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18:44


12/10/10

Entretanto, amanhã, dia 13, a partir das 17h, um dos ensaios para os concertos será transmitido em directo através do site da Antena 3.
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17:21


10/09/10
Finalmente, inscrevi-me no Facebook. Não pesco nada daquilo — amigos pràqui, amigos pràcolá… —, mas gosto muito das silhuetas de quem ainda não colocou a foto no perfil: para as mulheres, o Darth Vader, para os homens, o Tintin.
às
20:19


Das dezanove canções que trabalhei para o disco, foram gravadas catorze. Dessas catorze, decidi deixar de fora duas que não conseguia encaixar no alinhamento; quando o fiz, este revelou-se óbvio: Essa dor não existe (Tu isso sabes, não sabes?), Mais um belo dia, Trágico comediante, Se acabou, acabou, Um dia não são dias não, Refrão-canção, Isso foi antes, Estar tudo mal não te traz saúde nenhuma, Cala-te e come (Expiação do derrotado), Como foi?, Vistas bem as coisas…, Aconteceres-te.
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19:03



às
18:30


07/09/10
18/05/10
29/04/10
Finalmente. Por nabice, ainda não tinha conseguido pôr aqui canções para escuta. O que é estúpido é que, depois de várias tentativas frustradas, acabei por fazer precisamente o mesmo que tinha feito no meu anterior blogue, usando este leitor de mp3 e alojando aqui os ficheiros. As versões apresentadas são de trabalho: voz-guitarra gravadas em MiniDisc, ideias incipientes de arranjos gravadas por pistas, e uma ou outra gravação da maquete que deu origem a este disco.
às
13:25


16/04/10
No Fala-me de Música, crónica e fotos do concerto no Subscuta. A crónica de Pedro Gonçalves Branco, as fotos de Pedro Rodrigues.
às
17:41


09/04/10
Já sei mais coisas. Início: uma da manhã (ei! — como diriam as Doce). Entrada: um ou dois euros (não me deram a certeza; dois, no máximo). Duração: não 1h50 (como em Coimbra), não 1h40 (como em Barcelos), não 1h30 (como em Tomar); 50 ou 60 minutos, que a malta a seguir precisa dançar a chegada da Primavera que nunca mais chegava.
às
15:17


07/04/10
01/04/10
Já não faço alinhamentos para concerto desde que me cansei de fazer alinhamentos para concerto: agora levo uma lista com trinta e oito canções (dezanove de Todos os dias fossem estes/outros, dezanove que trabalhei para Deve haver; tenho ainda duas ou três versões que não fazem parte desta lista) e toco as que na altura achar por bem. Em Coimbra toquei vinte e sete canções, e, pelo que me disseram, o concerto durou cerca de duas horas. É claro que tenho de descontar pelo menos meia hora de conversa de chacha: concluí finalmente que falar muito entre canções me ajuda a descomprimir e, consequentemente, a estar menos nervoso e mais concentrado no momento em que as toco; o som da sala tem também influência directa na escolha das canções, o que quer dizer que se tivesse o alinhamento definido provavelmente não tocaria aquelas que melhor soariam naquele espaço.
Esta questão não é nova. Já no tempo dos Ornatos pensámos em deixar de fazer o alinhamento, por influência dos Violent Femmes (quando abrimos os concertos deles descobrimos que era o Brian Ritchie que o decidia no momento, tocando a introdução no baixo e obrigando a banda a segui-lo ou gritando o nome da canção), mas as implicações técnicas não foram resolvidas e não o chegámos a deixar de fazer. Olhando com atenção a contracapa do Cão! reparo que enquanto o resto do pessoal está empenhado a decidir o alinhamento, escrevendo-o na tarola do Kinörm (antes de um concerto em Hannover), eu estou ali a brincar com as baquetas como se não tivesse nada que ver com o assunto.
Esta questão não é nova. Já no tempo dos Ornatos pensámos em deixar de fazer o alinhamento, por influência dos Violent Femmes (quando abrimos os concertos deles descobrimos que era o Brian Ritchie que o decidia no momento, tocando a introdução no baixo e obrigando a banda a segui-lo ou gritando o nome da canção), mas as implicações técnicas não foram resolvidas e não o chegámos a deixar de fazer. Olhando com atenção a contracapa do Cão! reparo que enquanto o resto do pessoal está empenhado a decidir o alinhamento, escrevendo-o na tarola do Kinörm (antes de um concerto em Hannover), eu estou ali a brincar com as baquetas como se não tivesse nada que ver com o assunto.
às
18:39


29/03/10
22/03/10
Na sexta vou para baixo sozinho. Que me lembre é a primeira vez que vou sozinho sozinho para um concerto. Desta vez nem colega, nem amigo, nem namorada; acompanham-me apenas a fome de tocar e o nervoso miudinho.
às
20:31


09/03/10
Afinal toco em Coimbra no sábado, dia 27. Vou só corrigir a data aqui em baixo… Ok, já está. Portanto: Tomar, 26, sexta; Coimbra, 27, sábado.
às
19:35


07/03/10
(Decerto que o Gordon Gano não se importa se eu revelar aqui que ele gostou da minha ideia de escrever uma letra em português para uma das suas canções e da versão que daí resultou.)
às
19:44


Aqui fica a actualização mensal: vou tocar em Tomar e em Coimbra. Em Tomar no dia 26, no Theatro; Em Coimbra no dia 27, na Arte à Parte. Estes concertos (e espero que outros) servirão para ir apresentando as canções de Deve haver em formato voz-guitarra, enquanto o ano lectivo não termina. O disco está quase pronto; antes ainda da mistura e masterização falta regravar ou gravar uma coisa ou outra, e escolher as canções e o seu alinhamento; sairá em Setembro, dê por onde der. 

às
19:13


02/02/10
Praticamente dois meses sem pio: este novo mundo não é o meu. O antigo foi-o por instantes, aqueles em que não me forcei a nada e naturalmente o que tinha de acontecer aconteceu. Aconteceu: pretérito. Agora o que possuo é um anacronismo composto de canções habilmente resgatadas ao deve haver que fui cuspindo no gravador e gatafunhando no caderno à procura de um eu que naturalmente não sou. A ver se chega. Entre Setembro e Janeiro, aquelas foram ganhando forma nas mãos do Nico, do Hélder e nas minhas. Estão quase? Estão. É pouco? É, para quem um dia se achou capaz de mudar o mundo, fazer e acontecer: fazer acontecer. Mas o mundo é o mundo e eu sou eu, eu sou eu, eu sou eu — como o maluco da anedota. É pouco, mas ainda as sinto capazes de um dia saírem por aí chegando a quem delas faça suas.
às
16:49


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